Noutro dia, a seguinte piada correu entre os usuários ludovicenses do Facebook: "-Se jogassem uma bomba em São Luís seria um favor, pelo menos só teria um buraco para desviar!". A situação seria cômica se não fosse trágica- tamanha a problemática instaurada na cidade que é considerada "patrimônio histórico da humanidade", título de orgulho da governadora Roseana Sarney. Movimentos como "Fora João CAOstelo" circulam nas redes sociais em tentativa de represália ao atual mandato do prefeito João Castelo- que parece ser surdo, mudo e cego, com todo respeito aos possuidores dessas deficiências.
A mídia local faz matérias nos mais diversos pontos da cidade, constatando sempre a mesma temática: A buraqueira de São Luís. Lentidão no trânsito, reclamações dos motoristas, imprudência, acidentes. Essas são algumas da consequências visíveis (pois sim, existem aquelas que não nos damos conta) para aqueles que se aventuram no tráfego do "patrimônio". Tornou-se insuportável e, ao mesmo tempo, atitude heroica conseguir transitar nas ruas da capital maranhense.
Consideremos então. Esta certo que é época de chuva e que realmente é bem difícil fazer obras com os dilúvios que vem ocorrendo, mas isso não é desculpa. Não se pode aceitar o descaso que atual prefeito tem mostrado para com a população. Parece que João Castelo pouco se importa com a cidade que lhe elegeu prefeito e poucos, ainda, são os movimentos rebeldes (sim, devem ser movimentos rebeldes) contra o seu mandato. Faltam aos cidadãos desta cidade, não o sentimento de revolta, pois este é evidente em toda a população, mas uma certa organização para fazer um protesto digno. Não basta jogar na rede se o "planejamento" não funciona sem uma ação.
É interessante perceber, que sempre que Castelo esta no poder há uma reivindicação social. Em 1979, ocorreu a famosa greve da meia passagem aqui em São Luís, agora busca-se a melhoria das vias públicas, para que estas se tornem no mínimo trafegáveis. Resta saber, se o atual prefeito mandará a polícia- defensora dos cidadãos- bater, torturar e quiçá matar aqueles que, por ventura, tomarem as ruas próximas à sede da prefeitura; que por ventura, se organizarem e lutarem por melhores ruas e avenidas. É fato que esta situação não gerará um BURACO doloroso- como o da imagem- nos dentes de qualquer um, mas com certeza uma dolorosa dor de cabeça.
Resolve essa "CAOstelo". Resolve logo. Até mais. Até Breve.
Blog do Edu
terça-feira, 17 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
O elefante branco, "verde e amarelo".
Já no ano de 2007 se comemorava a “a copa 2014”. O Brasil, país que mais vezes faturou o caneco, fora escolhido a sede do evento. Emoção nacional, festas nas ruas, saudosismo de um tempo que já se passou (1950). Esse era o estado da população brasileira naquele outubro de 2007.
A situação, porém, tornou-se bem diferente. É evidente o imenso atraso canarinho, e notória a preocupação de todos, ou quase todos. Cada vez mais, a FIFA tenta acelerar e impor o desenvolvimento brasileiro no que tange o ideal de copa do mundo. Através de cartas, notas e sanções, a entidade normatiza e mostra o caminho a se seguir. O problema é que se não for do jeito deles, “não presta”. Não é algo a se reclamar, é o trabalho da maior instituição de futebol do mundo. Haveria de ser assim.
Voltando ao Brasil, próxima sede de uma copa do mundo, é bem verdade que ainda se está longe das habilitações necessárias para sediar evento de tamanha grandeza. Falta transporte adequado (aeroportos, ferrovias, rodovias). Faltam estádios com capacidade e tecnologia necessária. Falta segurança. Quase tudo. Mais fácil seria falar o que existe aqui, que na verdade é apenas a população; a apaixonada torcida.
O governo brasileiro diz que tudo estará pronto em 2014, com todos os atributos, e que esta, será a melhor copa já vista. A utopia chega a ser empolgante, mas os meios para se conseguir isso fazem qualquer um se entristecer. Pensemos a respeito: são 12 capitais-sede e, portanto, haverá jogos nessas cidades. O que não se vê é que a construção de um novo estádio em Manaus-AM, Cuiabá-MT e Brasília-DF – 3 cidades sedes-, por exemplo, acarretará o que se conhece hoje por “elefante branco” (neste caso, quando grandes estádios entram em desuso). Isso acontece porque nesses três estados quase não existe futebol, poucos ou nenhum são os clubes do Amazonas, Mato Grosso e Distrito Federal que já jogaram um campeonato de alto nível. É um investimento em que o custo-benefício é quase apenas custo, já que os jogos dessas cidades não serão os do Brasil, serão de países que o próprio torcedor - o brasileiro- não verá jogar.
Números exorbitantes são falados, e cada vez mais alterados (pra cima, é claro). Não se sabe ao certo quanto será gasto e em meio a tantas outras problemáticas (saúde, educação, segurança pública) parece que todo o dinheiro do Tesouro Nacional será voltado a “copa do mundo Brasil 2014”. Retirada a ironia, é bem verdade que não se sabe o desfecho desta questão, mas há como prevê-la para que seja feito MUITO com POUCO- essa é a ideia. Mas, como diria o outro, "vamo pra frente". E você? qual a sua opinião acerca da copa do mundo?
Resolve essa Dilma.
Até mais. Até Breve.
nota: desculpem-me a demora nas postagens. Por vezes faltam-me temas, ou tempo. prometo ser mais assíduo.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Além da Tragédia
Aconteceu na manhã desta quinta feira, 07 de abril, no Rio de Janeiro. O ex-estudante da Escola Municipal Tasso da Silveira, Wellington Menezes de Oliveira -23anos-, adentrou as dependências do referido colégio e num ato de pura insanidade, disparou tiros contra as crianças que ali estudavam. Bem vestido, trazendo na mochila uma pistola calibre 32 e outra 38, Wellington não levantaria qualquer suspeita até o ataque -era um cidadão comum.
Ao entrar na escola, como palestrante, o atirador foi reconhecido por alguns professores mas seguiu tranquilamente. Chegando na porta de uma das salas, efetuou vários disparos com até certa habilidade no manuseio do armamento, e assim deu-se o desespero generalizado. Estrondosos barulhos de tiro, crianças correndo desesperadas em busca de socorro, e professores sem saber/poder agir de alguma forma. Um dos garotos, que por sorte conseguiu fugir, acionou um policial que por ali estava. Após algum tempo, este entrou no colégio e conseguiu encurralar o delinquente, que acuado acabou por se suicidar.
Com saldo de 12 mortes e 13 feridos, sendo 20 meninas e 5 meninos, o caso poderia ser tristemente encerrado aqui. Mas pensemos agora o "além da tragédia":
Breve ficha técnica de Wellington Menezes:
Jovem de 23 anos;
APARENTEMENTE NORMAL;
Dotado de certa experiência no manuseio de armas - comprovado pelas pesquisas sobre armamento encontradas no seu computador pessoal;
Quando criança, sofria bullying na escola- o que pode ter iniciado um processo de exclusão, humilhação e mais tarde doença mental-psicológica;
Enfim, demência mais que comprovada.
Vejamos então:
Não querendo "defender o diabo", mas Wellington era mais um entre tantos jovens e adolescentes que em algum momento na vida sofreram humilhações ou foram perseguidos pelos colegas "descolados". Ele e tantos outros carregam consigo uma mágoa e amargura- incontrolável certas vezes-, que acabam gerando casos como esses. É claro que não se justificam situações deste tipo, mas vale salientar que o assassino era um doente, um serio doente que a saúde publica não deu conta de cuidar. Sofreu bullying quando criança, o que prejudicou seu desenvolvimento psicológico; não contava com uma estrutura familiar voltada ao seu ensinamento ético-moral e de valores; e talvez por ser adotado, já se sentia rejeitado desde muito tempo. Essas são possíveis justificativas sociais para tal acontecimento.
A mídia em geral só cobre o lado desumano e monstruoso desse tipo de criminoso, não se atenta ao lado "ser humano" de cada indivíduo, não sabe de sua vivência e de seus problemas pessoais; poucos são os casos que vão ao ar, em rede nacional.Quantos outros "Wellingtons" não existem Brasil afora? Poucos são os que procuram ajuda, e menos ainda os que recebem-na. É como tirar um ou uns pra cristo, martirizá-lo; persegui-lo. Caberia à União defender os Direitos Humanos, mas que direitos são esses? Onde eles estão? Onde estavam os professores, educadores, coordenadores quando este jovem, ainda menino, era ridicularizado perante toda escola?
Ficam as perguntas. E mais do que isso, a reflexão.
Quem nunca pecou, atire a segunda pedra. Até mais. Até breve.
Ao entrar na escola, como palestrante, o atirador foi reconhecido por alguns professores mas seguiu tranquilamente. Chegando na porta de uma das salas, efetuou vários disparos com até certa habilidade no manuseio do armamento, e assim deu-se o desespero generalizado. Estrondosos barulhos de tiro, crianças correndo desesperadas em busca de socorro, e professores sem saber/poder agir de alguma forma. Um dos garotos, que por sorte conseguiu fugir, acionou um policial que por ali estava. Após algum tempo, este entrou no colégio e conseguiu encurralar o delinquente, que acuado acabou por se suicidar.
Com saldo de 12 mortes e 13 feridos, sendo 20 meninas e 5 meninos, o caso poderia ser tristemente encerrado aqui. Mas pensemos agora o "além da tragédia":
Breve ficha técnica de Wellington Menezes:
Jovem de 23 anos;
APARENTEMENTE NORMAL;
Dotado de certa experiência no manuseio de armas - comprovado pelas pesquisas sobre armamento encontradas no seu computador pessoal;
Quando criança, sofria bullying na escola- o que pode ter iniciado um processo de exclusão, humilhação e mais tarde doença mental-psicológica;
Enfim, demência mais que comprovada.
Vejamos então:
Não querendo "defender o diabo", mas Wellington era mais um entre tantos jovens e adolescentes que em algum momento na vida sofreram humilhações ou foram perseguidos pelos colegas "descolados". Ele e tantos outros carregam consigo uma mágoa e amargura- incontrolável certas vezes-, que acabam gerando casos como esses. É claro que não se justificam situações deste tipo, mas vale salientar que o assassino era um doente, um serio doente que a saúde publica não deu conta de cuidar. Sofreu bullying quando criança, o que prejudicou seu desenvolvimento psicológico; não contava com uma estrutura familiar voltada ao seu ensinamento ético-moral e de valores; e talvez por ser adotado, já se sentia rejeitado desde muito tempo. Essas são possíveis justificativas sociais para tal acontecimento.
A mídia em geral só cobre o lado desumano e monstruoso desse tipo de criminoso, não se atenta ao lado "ser humano" de cada indivíduo, não sabe de sua vivência e de seus problemas pessoais; poucos são os casos que vão ao ar, em rede nacional.Quantos outros "Wellingtons" não existem Brasil afora? Poucos são os que procuram ajuda, e menos ainda os que recebem-na. É como tirar um ou uns pra cristo, martirizá-lo; persegui-lo. Caberia à União defender os Direitos Humanos, mas que direitos são esses? Onde eles estão? Onde estavam os professores, educadores, coordenadores quando este jovem, ainda menino, era ridicularizado perante toda escola?
Ficam as perguntas. E mais do que isso, a reflexão.
Quem nunca pecou, atire a segunda pedra. Até mais. Até breve.
sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Um dia de cão.
Olá caros leitores, essa era pra ser mais uma postagem-"crônica" acerca das minhas vivências na UFMA. Sem mais falar, não será. O(s) motivo(s)? Os inoportunos acontecimentos desta data.Comecemos então: Era pra ser mais um dia normal- casa,faculdade; faculdade,casa. Não o foi. Acordei por volta das 8:30, escovei os dentes e fui atrás do café. Nada anormal até então- apenas o fato de NÃO ter café da manhã. 'Tudo certo'(y), estou realmente acostumado ao jejum e, um cafezinho a mais outro a menos? que diferença faria? Vamos ao próximo incidente: Já era hora do almoço, quando me deparei com uma "titica"- um pedaço de merda mesmo- de passarinho bem debaixo do meu pé. Eu o havia pisado e sem me dar conta, estava andando com ele pela casa.. Melando tudo.
O almoço se fora e já era tempo de eu me deslocar para a faculdade. Trinta minutos se passaram e nada de ônibus chegar. Nesse meio tempo um carro "pisou" a enlameada poça que me cercava e melou minha perna, calção , camisa, e outras partes mais. Todo sujo, voltei pra casa, tomei outro banho e meia hora depois estava tomando o ônibus rumo a universidade; Mas espere, ainda há o ocorrido do terminal Praia Grande, espere. Esperançoso de que nada mais bizonho ocorreria em meu dia - também pudera, o que mais poderia ocorrer? essa seria uma pergunta a qual eu não queria resposta- calmamente aguardando o "Campus" chegar, uma pausa: certa incontrolável dor de barriga assombrava meu estômago e sem ter outra saída corri ao banheiro [lembre-se, era o banheiro do terminal (ecatchê)]. Terminado o serviço, com muito nojo finalmente consigo minha condução para universidade. Já era 15:00 em minha chegada e só lembrando a aula começara as 14:00. Nada demais, apenas o fato de que já tinha perdido a chamada e "prazo" de entrega da minha avaliação. Tudo errado até então. Um dia de cão.
Pensemos: ainda haveria o bambu-bar para que eu pudesse relaxar minha mente. HAVERIA. Fim de aula- muito boa por sinal- e minha caminhada até o bar parecia formidável. até que...(você leitor já deve estar cansado de tanta desgraça). Até que uma chuva repentina, uma forte chuva repentina molhou à mim e à todos meus colegas. A hora de relaxar tinha ido literalmente por água abaixo. Era portanto, a deixa para que eu voltasse para casa torcendo para que nada mais desse errado.
"Mas a vida? A vida é uma caixinha de surpresas" e como tal me preparava mais uma peripécia, MAIS UMA.Sem mencionar que o ônibus demorara muito, conto-lhes que uma mulher, uma senhora mulher, GORDA, FÉTIDA e cheia de sacolas, sentou-se ao meu lado. Justamente do meu lado imprensando-me contra a janela da condução. Agora pense, eu bem magrinho e uma mulher daquelas proporções ao meu lado. Realmente este não fora o meu melhor dia. Finalmente, cheguei em casa e espero que nenhuma dessas situações me ocorram novamente.
Por fim, àqueles que não acreditarem numa só palavra do que eu escrevi aqui, digo-lhes: "Hoje é dia da mentira, eu brinquei e você caiu; na verdade hoje é 1º de Abril"(8). Pegue seus amigos, "trotei-os", não há nada como mentir sem culpa no dia que foi designado para tal feitoria. Aos mentirosos um abraço, aos leitores dois! Até mais. Até Breve.
terça-feira, 22 de março de 2011
Relatos de um almoço Universitário
![]() |
| Restaurante Universitário. |
Tudo certo. Às 12:53 entro no restaurante da universidade ao som de Chico Buarque- bem coisa de aluno universitário mesmo- e quase que raciocinando automaticamente pego uma bandeja e aguardo mais alguns segundos até minha vez. Duas colheres de arroz, duas de feijão, uma colherada e meia com iscas de carne, uma colher de batatas, saladinha e ,por fim, potássio em forma de banana. Almoço servido.
Mais algum tempo até encontrar algum lugar disponível - tem-se que ser um tanto quanto oportunista em RU's. Achei. Sento-me de frente àquele que em minha entrada tocava Chico. Agora, faço minha refeição ao som de Tom Jobim com "Garota de Ipanema"- olhe que coisa mais linda: a MPB transborda os ouvidos de quem atenciosamente escuta.
Pessoas das mais variadas tribos e estilos conversam sobre os mais variados assuntos - festas, trabalhos em andamento; a bebedeira da sexta anterior interpola-se com os acontecimentos do Japão e a visita do presidente americano Barack Obama. E não há nada mais importante naquele momento do que colocar o papo em dia, esquecer a aula seguinte, ou aquela que já se foi. Trata-se de uma "muvuca falastrona" que ao mesmo tempo que se entrete com o voz e violão ao vivo, empanturra-se para enfrentar a dura-leve vida de um universitário.
Todos bem alimentados, inclusive eu. Agora é hora de uma vagarosa caminhada até os Centros Acadêmicos. Eu paro quando chegar no CCSo- Centro de Ciências Sociais. Faltam pouco mais de cinco minutos para POSSIVELMENTE começarmos a aula. Ainda caminhando percebo mais conversas aleatórias. Gente que as vezes até parece meio sem rumo, interpretadas suas feições fugitivas; espantadas; melancólicas.
É assim, meu primeiro relato de uma refeição na UFMA. Agora já é tempo de recolher os livros, guardar o caderno que vos escrevo, tampar a caneta e aguardar pela aula. 14:05, com cinco minutos de "atraso" ela é quem entra- Joanita Mota. Meu primeiro horário é Teoria do Conhecimento ou Epistemologia do Jornalismo. Até mais. Até Breve.
sábado, 19 de março de 2011
A criação de uma carreira.
Eduardo , 17 anos, estudante de Jornalismo da Universidade Federal do Maranhão. Começo falando de fevereiro de 2010...
Eu me sentia despreparado para o mundo e ao mesmo tempo não o entendia. Não sabia exatamente que carreira seguir e meu pai muito me influenciava a escolher o curso de Direito- por ter um leque de oportunidades e blá blá blá.. Entretanto, sempre achei que tinha mais vocação para a área de comunicação, especificamente o jornalismo. Ainda não o sei. Passou-se um bom tempo e minha cabeça enchia-se de dúvidas sobre qual curso optar: melhor morrer de fome sendo um jornalista? ou, POSSIVELMENTE, ganhar mais dinheiro como um advogado frustrado? Esta dúvida só há de ser respondida pra lá de 10 anos.
Mais tempo passou e veio meu primeiro vestibular- o temido Exame Nacional do Ensino Médio! Incompetências a parte, o ENEM foi um sucesso. Opa, sucesso nada, incontáveis contradições, dificuldades na prova, sem contar o nervosismo natural de um vestibulando enforcado por tanta pressão. O exame se foi e a próxima etapa de uma verdadeira prova de resistência mental chegou: o SiSU. Não o comentarei pois acredito ser perda de tempo, assim como fizeram comigo.
Até certo momento eu estava reprovado nos dois vestibulares que havia feito. Eis que surgiu uma luz... ou apenas a Lista de espera UFMA/SiSU. Ali constavam meu nome e de mais uns três ou quatro felizardos que, assim como eu, tinham reprovado até então. Felicidade geral de minha família, mas uma dúvida ainda pairava por meus pensamentos. Será este curso o que me trará possibilidade de crescer na vida, ter dinheiro e poder sustentar dignamente esposa e filhos? Acredito piamente em tal fato. Não basta ser "doutor", deve-se fazer por onde, trilhar caminhos em busca da vida que ser quer ter.
Pois pronto. Acabo de criar um blogger cujo objetivo é identificar, ao longo do curso, a forma de evolução a qual escrevo. Aqui serão abordadas matérias inúmeras de quaisquer áreas, sejam elas culturais, econômicas, sociais, religiosas, enfim.Trata-se de uma iniciativa minha- (dã)- com intuito simplório: percepção de Evolução, ou Regresso (espero que não).
Agora me despeço em meu primeiro blogger-post. Espero que este e muitos outros sejam lidos e lidos novamente. Em minha busca pelo sucesso como um jornalista, não hei de medir esforços, sendo esta, uma de minhas ferramentas de divulgação pessoal-profissional. Aceitam-se sugestões, críticas construtivas e o que lhes vier à cabeça. Digo ainda, que não pretendo ser sucesso de visitas, mas para os que aqui "encostarem", divulguem-me se lhes for conveniente.
Agradecimentos especiais aos meus pais, Ana Cristina Amourim Moura e Francisco Hamiltom Silva Rodrigues. Até Breve.
Eu me sentia despreparado para o mundo e ao mesmo tempo não o entendia. Não sabia exatamente que carreira seguir e meu pai muito me influenciava a escolher o curso de Direito- por ter um leque de oportunidades e blá blá blá.. Entretanto, sempre achei que tinha mais vocação para a área de comunicação, especificamente o jornalismo. Ainda não o sei. Passou-se um bom tempo e minha cabeça enchia-se de dúvidas sobre qual curso optar: melhor morrer de fome sendo um jornalista? ou, POSSIVELMENTE, ganhar mais dinheiro como um advogado frustrado? Esta dúvida só há de ser respondida pra lá de 10 anos.
Mais tempo passou e veio meu primeiro vestibular- o temido Exame Nacional do Ensino Médio! Incompetências a parte, o ENEM foi um sucesso. Opa, sucesso nada, incontáveis contradições, dificuldades na prova, sem contar o nervosismo natural de um vestibulando enforcado por tanta pressão. O exame se foi e a próxima etapa de uma verdadeira prova de resistência mental chegou: o SiSU. Não o comentarei pois acredito ser perda de tempo, assim como fizeram comigo.
Até certo momento eu estava reprovado nos dois vestibulares que havia feito. Eis que surgiu uma luz... ou apenas a Lista de espera UFMA/SiSU. Ali constavam meu nome e de mais uns três ou quatro felizardos que, assim como eu, tinham reprovado até então. Felicidade geral de minha família, mas uma dúvida ainda pairava por meus pensamentos. Será este curso o que me trará possibilidade de crescer na vida, ter dinheiro e poder sustentar dignamente esposa e filhos? Acredito piamente em tal fato. Não basta ser "doutor", deve-se fazer por onde, trilhar caminhos em busca da vida que ser quer ter.
Pois pronto. Acabo de criar um blogger cujo objetivo é identificar, ao longo do curso, a forma de evolução a qual escrevo. Aqui serão abordadas matérias inúmeras de quaisquer áreas, sejam elas culturais, econômicas, sociais, religiosas, enfim.Trata-se de uma iniciativa minha- (dã)- com intuito simplório: percepção de Evolução, ou Regresso (espero que não).
Agora me despeço em meu primeiro blogger-post. Espero que este e muitos outros sejam lidos e lidos novamente. Em minha busca pelo sucesso como um jornalista, não hei de medir esforços, sendo esta, uma de minhas ferramentas de divulgação pessoal-profissional. Aceitam-se sugestões, críticas construtivas e o que lhes vier à cabeça. Digo ainda, que não pretendo ser sucesso de visitas, mas para os que aqui "encostarem", divulguem-me se lhes for conveniente.
Agradecimentos especiais aos meus pais, Ana Cristina Amourim Moura e Francisco Hamiltom Silva Rodrigues. Até Breve.
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